domingo, 10 de maio de 2009



Realidade e ficção. Verdade e mentira. Confusão, crise. Dúvidas, certezas. Grito e sussurro. Ator e persona. Dicotomias muito dicotômicas.

Não fui eu mesmo...

Ou...

Foi?

Nunca matei ninguém. Será?
O meu primeiro crime? Não confesso. Não lembro.

Onde as coisas se separam? Onde se misturam?
Onde se encontra a arte? Nas estações-tubo, nos telefones públicos, no chão, em todo lugar.
Tudo é espetacularização.


Bom,
"Desculpem a bagunça."

Di Lari

quarta-feira, 4 de março de 2009

PRIMEIRO CRIME











Caim e Abel se mataram por amor. Desejo reprimido.

Projeto (projétil):
O espaço urbano. A cena em expansão. O corpo no encontro com o outro.

Primeira fase:

PPP – Pedro Porcos e Putas

Com inicio em 2006, a peça PPP, tratou inicialmente da relação Sexualidade x Moralidade. Tendo como foco de discussão, entre esses dois universos, a sexualidade reprimida de um jovem homossexual e sua família de valores cristão.


Textos:
Darlei Fernandes – Texto original: Pedro Porcos e Putas.
Derrida – Enlouquecer O Subjétil.
Bruce Labruce – Roteiro de filme:
'The Raspberry Reich'.
Shakespeare – Ofélia.
Sófocles: Édipo Rei.
Dramaturgia Final: Darlei Fernandes.

Projeto Estético:
Queercore.
Referências:
Madonna. Hitler. Iggy Pop. Smiths. Danko Jones. Pansy Division. Wagner. Silvety Montila. Bruce
Labruce. Blur. Tati Quebra Barraco. Replicantes. O Peixe. Bizet. Sex Pistols. Phiaf. Anthony And The Johnsons. Lou Reed. Reich. Etc.

Componentes:

Vida Santos – Atriz.
Patrícia Cipriano – Atriz.
Lucas Buchile – Ator.
Juliana Souza – Atriz.
Rafael Di Lari – Ator.
Vanessa Benke – Atriz.
Clarissa Oliveira – Sonoplastia.
Darlei Fernandes – Encenador.
Letícia Guazzelli – Iluminadora.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

SELF-SERVICE: PSICODROPS


Existem prazeres que são inenarráveis.

A loucura cotidiana e símbolos semióticos. O exagero televisivo em piadas sociológicas.

Quem sou eu?
Um ponto de vista na aparência.

Mas...
Se em algum momento...
Você se sentiu...
Solitário...

Então vá!

Textos:
Darlei Fernandes
Juliana Souza
Vida Santos
Petula Clarck
Debord.
Dramaturgia Final: Darlei Fernandes

Componentes:

Vida Santos – Atriz.
Juliana Souza – Atriz.
Darlei Fernandes – Encenador.

SUBJÉTIL


Suporte e superfície. Subjetividade. Subjetivo. Projétil.

O local de uma precipitação, ou mesmo de uma perfuração, no instante mesmo em que um determinado projétil enceta sua superfície, deve-se aprender a não ter pressa em apreender, a ou mesmo de uma perfuração, no instante mesmo em que um determinado projétil enceta sua superfície, deve-se aprender a não ter pressa em apreender, a compreender, deve-se ainda deixar que se absorva a tinta de tantas palavras que deverão depositar-se lentamente na espessura do corpo: exatamente do subjétil que ainda não sabemos o que é.

Derrida Artaudiano Nietzsche Sociológico Van Gogh submerso Deleuze suicida Dionísio apolíneo Platão esquizofrênico Jung hermafrodita Cristo prostituta Abramovic neurótica falocapado

Ainda o que não sabemos.

Abrir a paisagem.
Roer a parede de ferro.
Invisível.
Invisível.
Invisível.
O que se sente.
O que se pode.
(...) Rico.
(...) Órgão.
(...) Visível.
Delírio semiológico. Conceitos descentrados. Fuga do fugitivo.