sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Novidades SUBJÉTEIS

Depois de quatro anos de existência a companhia SUBJÉTIL apresenta ao público uma nova estruturação do grupo. Antes formada por cinco componentes, hoje a companhia é formada por Darlei Fernandes, Juliana Souza e Lucas Buchile, diretor, produtora e ator, respectivamente.


Para inaugurar esta nova fase, em outubro, estreamos o nosso mais novo trabalho: “Sophia Loren Não é Marlon Brando”.
Aguardem!!!!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

sexta-feira, 1 de abril de 2011

SILÊNCIO no Festival de Curitiba 2011

Fotos do espetáculo SILÊNCIO no blog Cacilda.


http://cacilda.folha.blog.uol.com.br/

Valeu!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Programação Festival de Curitiba 2011

(Coletivo de Pequenos Conteúdos – Fringe)

SILÊNCIO
Teatro Universitário de Curitiba (TUC). Galeria Julio Moreira, Largo da ordem.

31 de março (quinta), às 16h.
01 de abril, (sexta) às 22h.
02 de abril, (sábado) às 13h.
03 de abril, (domingo) às 19h.
04 de abril, (segunda) às 19h.

Ingressos R$16,00 e R$8,00 (meia)

Silêncio


Do glamour dos Vaudevilles à decadência do Stand-up, a companhia SUBJÉTIL, orgulhosamente, apresenta: Silêncio. Dois atores e uma atriz, ou duas atrizes e um ator confundem suas identidades com as dos personagens representados para responder uma pergunta: o que vale mais a glória e o sucesso dos aplausos na cena final ou a tensão e paixão do terceiro sinal? Silêncio é ruído, comunicação, consentimento, equívoco, hesitação, ritmo, reflexão, discordância, mas, em hipótese alguma, uma resposta. 

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Mostras curitibanas no 20° Festival de Curitiba

Por Luciana Romagnolli

Parece que o teatro curitibano finalmente entendeu que, para não desaparecer no mercadão do Fringe, é preciso se organizar. O 20° Festival de Curitiba, que acontece de 29 de março a 10 de abril, terá recorde de mostras com grupos da cidade.

Sobrevive o Coletivo Pequenos Conteúdos, em sua terceira edição no TUC; e a Mostra do Núcleo de Dramaturgia Sesi/PR se repete no Teatro José Maria Santos. A Mostra Novos Repertórios ressuscita, agora no Espaço Dois; e surge mais uma, Outros Lugares - Teatro de Novos Autores, no Teatro da Caixa.

Além disso, o diretor Marcio Abreu, da Companhia Brasileira, será um dos programadores do Fringe, usando os limites físicos da sede da companhia, no Largo da Ordem, onde apresentará uma nova temporada de Oxigênio. "É praticamente impossível fazer uma programação de espetáculos, então vamos nos voltar para a formação, o intercâmbio e leituras", diz. Devem participar das atividades os mineiros do Espanca!, o diretor e dramaturgo Newton Moreno, e os diretores franceses Pierre Pradinas, de Limoges, e Thomas Quillardet, de Paris (com quem já trabalhou no Projeto Copi e no Fórum sobre Paulo Leminski). Atualmente na capital francesa, Marcio parte para fazer uma residência artística em Limoges ao fim do mês, que deve gerar uma montagem binacional.

Acompanhem:

Coletivo Pequenos Conteúdos
Onde: TUC


Perfil: jovens coletivos teatrais que trabalham com pesquisa de linguagem, em geral com peças curtas.


Programação:

Silêncio, com a Companhia Subjétil.

Show Sem Querer Deitei do Teu Lado Mais Frágil, com A Banda Mais Bonita da Cidade.
Eu Nunca, com a Companhia Transitória.
Popcorn, com a Cia Popcorn, Arte de Micro-ondas.
Laranja Mecânica/ Trash Laura Brown, com a Companhia de Bife Seco.
Vivienne, com a Companhia de Bife Seco.
Metamorfoses de Ofélia, com o Coletivo para Ofélia.
Catástrofe, com a Sim Companhia de Teatro.
Se Conselho Fosse Bom Seria Ação de Classificados (foto de Elenize Dezgeniski), com o coletivo Cães Lacrimosos.
Ela i eu ou nada que transpareça, com o Coletivo deDois.
Espaço Outro, com ACruel Companhia.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Estréia 31 de Março (Coletivo de Pequenos Conteúdos - Fringe 2011)


"Do Glamour dos vaudevilles a decadência do stand-up!!!"


Silêncio: Ausência total ou relativa de sons audíveis. Ausência de comunicação, ainda que por meios diferentes da fala”

- Yo tengo Una ensalada de frutas!
- A Rainha morta das Rainhas tortas!
- Fragmento tópico das telas XXX

- Silêncio!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Fim do Processo "Prologos"



Dia 04 de dezembro a companhia SUBJÉTIL faz a última apresentação de Οδίπους: Prologos dentro da "Curitiba Mostra Rueiros", na Praça 29 de Março (Mercês), ás 19h.

O Fluxo continua...

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Oficina O ATOR INVASOR


A companhia SUBJÉTIL irá promover a oficina O Ator Invasor no dia 03/12/10 das 09h às 13h na Praça Santos Andrade como parte da programação do evento CURITIBA MOSTRA RUEIROS – I MOSTRA DE ARTES CÊNICAS NA RUA 2010.
Inscrições pelo email: mostrarueiros@gmail.com

E no dia 04/12 às 19h na Praça 29 de março, apresentará o espetáculo Οἰδίπους: Prólogos.

Participem!!


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

ROTEIRO DE AÇÕES - Praça 29 de março – 20/11/10

- Chego à Praça. Procuro com os olhos alguém conhecido. Sento em um banco. Impaciência. Fumo um cigarro. Impaciência. Avisto o Darlei. Conversamos. Sinto algumas pontadas no fígado e/ou estômago. Vejo a Paty chegar. Conversamos. Fumo um cigarro. Deito no banco com fortes dores no fígado e/ou estômago. Preguiça. Vou ao mercado comprar água para ver se melhora a dor. Dores e mau humor. Volto à Praça e me dirijo ao pátio. Deixo minha bolsa no chão. Faço alongamento com preguiça. Vou até o quadrado que existe no espelho da água para experimentar o espaço fisicamente/sonoramente e expandi-lo. Medo. Insegurança. Nojo. Diversão. Saio do quadrado. Vou até um banco com sombra porque o sol forte me irrita. Escrevo algumas impressões no caderno. Fumo um cigarro. Levanto e penso na criação de uma cena. Volto ao espelho da água e, empolgado, experimento a cena que pensei. Vou até o Darlei e me sento ao seu lado em um muro. Assisto a Paty com curiosidade criando a cena dela. Rio de alguns meninos que “atrapalham” o começo da cena da Paty. Assisto a cena. Volto ao espelho da água para realizar a minha cena com certa expectativa. Faço a cena. Satisfeito. Penso em um lugar oposto ao espelho da água. Vou até a areia. Experimento o espaço fisicamente/sonoramente e tento expandi-lo. Desconforto. Sujeira. Pequeno. Quente. Quieto. Vou até o meio-fio do pátio e escrevo algumas impressões no caderno. Tiro a camiseta irritado pelo sol ardido. Repito todas as minhas ações desde que cheguei à Praça. Penso no quê é verdadeiro ou falso. Cansado. Volto até o meio-fio e me sento. Guardo as minhas coisas. Vou embora. Penso desesperadamente em tomar uma cerveja.

Rafael Di Lari

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Seguimos o Fluxo...






Encerrada a 6° Mostra Cena Breve Curitiba damos continuidade ao processo Οδίπους: Prólogos. A partir do dia 20 de Novembro estaremos na Praça 29 de Março, sempre a partir das 19h.

Quanto a 6° Mostra Cena Breve temos que agradecer toda a equipe da CiaSenhas e do Teatro Novelas Curitibanas. Sentimos-nos abraçados por todos e devolvemos aqui mais abraços em agradecimentos.

Foram duas apresentações excelentes.

O público mais do que correspondeu nossas expectativas e sentimos, através deles, que estamos no lugar certo.

Agora seguimos o fluxo...

Οδίπους: Prólogos

Dias 20,21, 27 e 28 de Novembro e 04 e 05 de Dezembro,

Na Praça 29 de Março (mercês), sempre às 19h.

fotos M&A Fotografias.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

1° Mostra de processo



Οδίπους: Prologos, o nome é este mesmo!

Depois de uma jornada pelo mito de Édipo... dilaceramos os pés inchados, rasgamos os subjéteis envelhecidos, furamos nosso olhos, gritamos nossos nomes e agora...

PRIMEIRA MOSTRA DE PROCESSO

Οδίπους: Prólogos

30 de Outubro de 2010. Teatro Novelas Curitibanas, às 19h e 21h. Entrada $10, e $5

Verdadeiro ou Falso?

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Processo










Fotos por: M&A Fotografia

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

A MENINA ABAJUR

EU SOU ASSIM, UM TANTO QUANTO ABAJUR.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

SOMOS A CIDADE


Por: Darlei Fernandes

Quando ouvimos a palavra “Édipo” automaticamente uma sucessão de imagens vêm à cabeça: Incesto, assassinato, olhos vazados, peste, Grécia, Freud, etc. Passamos por todas elas! Mas ao invés de debruçarmos-nos sobre estas imagens, abrimos o mito e nos jogamos no emaranhado de linhas e caminhos que ele nos conduziu. Descobrimos que Édipo não é Édipo, e sim Oidípous, o claudicante, louco, subversivo; depois descobrimos que Oidípous não é Oidípous e sim, Οδίπους, o individuo... Como nós!!! Então para que criarmos Édipo, uma máscara, uma farsa, uma personagem? Na abertura do mito de Édipo fomos obrigados a abrir nossos próprios mitos. Se jogar nas lembranças de nossos desejos infantis, secretos, abjetos; nossa adolescência monstruosa e prazerosa; o adulto egoísta e compreensível pelo próprio egoísmo. Somos enfim, Οδίπους tentando ser Oidípous para chegar a ser Édipo. Não um mito atemporal (a atemporalidade não me interessa, pois vivo num tempo determinado), mas passar do indivíduo para conseguir chegar ao coletivo.

É um processo psicológico, sim! Reunião de Grupo. Ajuda de grupo... Neste processo me sentia um psicopata potencial, um esquizofrênico enjaulado, um histérico depressivo, etc.

Como chegar ao coletivo?

Façamos arte!!!!

(ou a internação na casa de repouso, sanatório mesmo, do Bom Retiro).

Da mesma forma que abrimos o mito de Édipo tivemos que abrir o espaço. A cidade é algo que não se comporta com um simples olhar. Quando pensamos na palavra “cidade” automaticamente uma sucessão de imagens vem à cabeça: prédios, carros, buzinas, alarmes, out-doores, gente, muita gente. Isto não é a cidade, apenas faz parte dela. A cidade é um organismo vivo, complexo, ilimitado (nem as fronteiras a limitam), um fluxo de conexões infinitas. Para inserimos-nos nela tivemos que aprender a olhar o invisível. Ele está ali, o invisível, atrás dos símbolos, imagens, ícones que escondem a cidade. O que vemos cotidianamente, quando saímos de casa e vamos para nossos trabalhos, escolas, faculdades, etc. é a representação da cidade, sua maquiagem, máscara, farsa, personagem. Ao inserirmos um evento artístico cênico no espaço urbano, estamos retirando esta máscara espetacular da cidade para lhe devolver a sua realidade numa cesura, num rompimento que traz a cidade nua aos olhos do público, dos transeuntes, de nós mesmos.

Em “Οδίπους: Prologos” dilaceramos Édipo para ele ser apenas Οδίπους. Violentamos nossas identidades para sermos nós mesmos. Depredamos a cidade para ele surgir do invisível. É a potência de Édipo, mais a nossa potência na potência da cidade. Potência + Potência + Potência. Mito, indivíduo e espaço.

Assim abandonamos o manicômio para criar uma obra cênica. Assim deixamos de ser apenas indivíduos para sermos artistas. Assim deixamos de ser transeuntes para sermos a cidade. Assim... Apresentamos Οδίπους: Prologos!!!!!!!!!!!!!

domingo, 19 de setembro de 2010

Diário: 11/09

Crédito: M&A Fotografia

O trabalho começa a ganhar uma forma, um contorno, uma estrutura, ainda que momentânea. Isso se deu, a meu ver, pela afirmação do discurso individual (cada ator), do grupo e consequente fornecimento de material do elenco.

É uma troca entre o grupo. Direção e elenco. Tenho a impressão que a neblina se dissipou (!). Agora que muitas coisas clarearam, o momento é de dar forma às vontades, materializar as idéias.

Surge um jogo. Um jogo teatral. Individual e Coletivo. Identidade e Subjetividade. Verdadeiro e Falso. Mito.

Algo que problematizo(amos): como a queda acontece? O que leva à queda do corpo? Como o jogo se dá? Com qual energia, em que nível, limite? Como contradizer o jogo?


Rafa Di Lari

sábado, 18 de setembro de 2010

UMA ANOTAÇÃO... diário 03

DE: PATRICIA CIPRIANO


Agora me sinto no espaço. Digo isso pelo fato de que agora eu noto que entre mim e ele há um pulsar.
A cidade nos nota e a gente (a)nota a cidade.
O simples gesto de desenhar os contornos da paisagem aproxima a arquitetura do nosso olhar e permite a visualização daquilo que existe e que não se nota, não por não ser importante, mas por parecer cenário das nossas vidas e só.
Gosto do apontamento. Gosto de ver as pessoas percebendo que existem planos e que as coisas são tridimencionais. É incrivel mas a gente esquece a todo momento que a cidade existe além da fronteira do olhar. Que ela é pulsante e influencia, sim, o meu estar aqui e agora.

Gosto de pensar o processo assim:
O que existe além do limite? Além de Édipo?
O que me torna um ser sem identidade? (o que não significa sem subjetividade)
E onde a minha subjetividade encontra a do outro? O momento, que ao meu ver, é o da identificação e troca.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Diário: 04/09

Homem Tupperware

Tupperware é um recipiente utilizado para guardar coisas, geralmente guardo comida. Esta, por sua vez, é esquecida e apodrece. Joga-se fora a comida estragada, lava-se o recipiente e o processo se repete interminavelmente. É isso que penso do Homem contemporâneo.
Sou um recipiente: meu corpo. Guardo coisas dentro dele: memórias, vontades, histórias, marcas, desejos. Preencho os meus espaços vazios e depois de um tempo, jogo fora. Há coisas que apodrecem em mim que, aos poucos, descarto.
Essa operação de preenchimento nunca finaliza porque a realização (contentamento) nunca acontece.
Tenho necessidade de coisas. Algo compreensível nos tempos atuais. Não apenas coisas materiais, mas também necessito de sentimentos (?), referências (?) para indicar possíveis caminhos.
Ansiedade. Esses espaços vazios que sou (meu corpo) geram ansiedade. Preciso preenchê-los. Com o quê? Qualquer coisa que me satisfaça momentaneamente. Porque é sempre momentâneo. Lembrando que sou um tupperware, as coisas que me preenchem depois de um tempo apodrecem e preciso descartá-las. Por isso é momentâneo.
Esse vazio que sou (meu corpo) e conseqüente preenchimento e esvaziamento faz com que não saiba ao certo o quê/quem sou, pois me transformo no que me preenche momentaneamente.
O tempo da sociedade (acelerado, veloz, urgente) era externo a mim mas acabou contaminando-me. Hoje sou acelerado, veloz, urgente. Homem-corpo-capitalista.
Ansiedade. “Não me reconheço mais”, se é que um dia soube quem eu era... Mutante. Constante transformação. Homem Tupperware que se preenche de coisas que apodrecem, depois são jogadas fora para novamente se preencher em um processo que se repete interminavelmente.
- Quem sou eu?
Desculpe mas não tenho tempo para isso.

Rafael Di Lari

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Diário: 03 de Agosto

PONTO DE VISTA

Oferecer uma visão mais abrangente, uma paisagem ao invés de símbolos e representações. Um ponto onde o outro (seja quem ou o que ele for) tenha a possibilidade de experimentar a cidade como um lugar real de comunicação e vivência, não apenas um suporte a uma arquitetura espetacular.

Oidípus antes de qualquer coisa é isso, um ponto de vista a uma perspectiva abrangente da cidade como experimentação.

Darlei Fernandes